22
Jul
2011
Publicado por luis de matos em Jul 22,2011
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Olá caro amigo Coelho!
Como o mundo é pequeno! Andastes ” fugido” 45 anos. Eu vi logo que eras tu o moço de Reguengos que tocava viola (Ou estarei enganado?) e que lhe tinha perdido o rasto. Sobre a foto que enviastes, eu sou o que está entre ti e o Góis. Ao teu lado esquerdo está o Valeiras e a seguir o Ratinho que foi do meu pelotão na Guiné. Tenho uma foto tirada em Tomar que depois envio. Estamos todos mas sem o Valeiras.
Um abraço
Luís de Matos
14
Abr
2010
Publicado por luis de matos em Abr 14,2010
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Bajuda, “balanta” no Arrozal MANSÕA – Foto Lisboa
Vaqueira Manjaca
PECIXE - Foto Cliché A.B. Geraldo
Rapariga e o Poilão
MANJACA DE PECIXE – Foto Cliché A.B. Geraldo
Bajuda Mandinga – FARIM – Foto Lisboa
Mãe Fula -GABÚ – Foto Cliché A.B. Geraldo
Campune “Bijagó” Ilha do Uno – Foto Lisboa

Pescadora Papel – BIOMBO
Foto Lisboa
22
Out
2008
Publicado por luis de matos em Out 22,2008
Sem categoria
Fico contente e obrigado por teres visitado o meu blogue. Reconheço ao teu, também muita qualidade. Só tenho pena de não poder dispor de mais tempo. porque o Semanário, que conjuntamente com mais 5 amigos fundámos aqui em Évora, absorve-me todo o meu tempo, incluindo os fins de semana. Camarada e companheiro, como tantos e tantos jovens que andamos por lalas e bolanhas, que fomos picados pelos mesmo mosquitos, formigas de baga-baga e as malditas abelhas, tudo isto não podemos apagar da nossa memória. Quantas vezes me emociono ao relembrar todo este passado de 40 anos. Mansoa, Bissorã, Barro, Olossato, Farim, Mansabá, Cacheu, S. Domingos e tantos outros lugares me deixam boas e más recordações, mas a maior e a melhor de todas é podermos estar aqui à conversa. Estarmos vivos para podermos contar a nossa experiência. Essa é a maior vitória da guerra por que passámos, querido companheiro. O resto não interessa. Para todos os governantes deste País que nos têm desprezado, vai o meu grande manguito.Há um ano que tenho o meu livro por encerrar, e não o posso fazer por falta de tempo. Muitas vezes chego a pensar se merecerá a pena fazê-lo, mas já agora, queria deixar o meu modesto contributo para a História da Guerra Colonial. Um abraço e não desistas. Nunca.
Luís de Matos,ex-furriel miliciano Companhia de Caçadores 1590, 1966/68.
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